O instituto Time Big Data diviuglou mais uma rodada de pesquisa para disputa pelo Senado. O novo cenário apontou um crescimento de Mendonça Filho (DEM) que agora chega a 30%. Jarbas Vasconcelos (MDB) chega aos 33%, Humberto Costa (PT), tem 26%, Bruno Araújo (PSDB) tem 14%, Silvio Costa (Avante) 11%, Pastor Jairinho (Rede) 4%, Adriana Rocha (Rede) 2%, Outros 2%. Indecisos Voto 1, 9%, Brancos/Nulos Voto 1, 15%, Indecisos Voto 2, 33%, Brancos/Nulos Voto 2, 21%.

O Instituto Real Time Big Data divulgou a segunda rodada de pesquisas para governador e senador de Pernambuco. Foram 1.000 questionários entre os dias 21 e 22 de setembro e possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. O registro da pesquisa é: PE-03887/2018.

Na pesquisa estimulada Paulo Câmara aparece com 34% das intenções de voto contra 30% de Armando Monteiro, Julio Lossio 5%, Maurício Rands 4%, Dani Portela 2%, Outros 1%, Brancos e nulos 15%, indecisos 9%.

No cenário espontâneo para governador, Paulo Câmara (PSB) aparece com 22%, Armando Monteiro (PTB) 19%, Maurício Rands (PROS) 2%, Julio Lossio (Rede) 2% e Dani Portela (PSOL) 1%, Brancos e nulos 15% e indecisos 39%. Simone Fontana (PSTU) não pontuou.

No segundo turno Paulo Câmara teria 40% contra 38% de Armando Monteiro, brancos e nulos 17% e indecisos 5%.

No quesito rejeição Paulo Câmara teria 45%, Armando Monteiro 30%, Maurício Rands 19%, Julio Lossio 17%, Simone Fontana 17%, Dani Portela 17%, Ana Patricia Alves 15%.

Sandy não faz pronunciamento de cunho político

Sandy não faz pronunciamento de cunho políticoFoto: Reprodução

A cantora Sandy desmentiu neste domingo (23) informação que circula nas redes sociais de que ela declarou apoio ao candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL).Em nota, a assessoria de imprensa da cantora afirma que se trata de fake news e que ela não fez qualquer declaração de teor político.
Circula nas redes sociais uma foto de Sandy acompanhada da frase: “Quem me conhece e acompanha minha vida e minha carreira desde criança, sabe perfeitamente o porquê de eu concordar com os valores defendidos pelo Bolsonaro”.A imagem falsa informa que Sandy teria dado a declaração durante um show no dia 18 de agosto deste ano, em Curitiba (PR).

A assessoria de imprensa negou a frase e explicou que a cantora ainda não fez show em Curitiba. “Trata-se de fake news. Não fizemos show em Curitiba neste ano ainda. Tampouco a artista fez algum tipo de declaração com teor político”, afirmou Rogéria Takata, assessora de imprensa da cantora. Sandy tem show marcado em Curitiba no dia 28 de setembro. Com informações da Folhapress.

Agência da Caixa Econômica Federal

Agência da Caixa Econômica FederalFoto: Tânia Rego/Agência Brasil

Esta é a última semana para que todos os cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) saquem o benefício fora dos critérios previstos em lei. O prazo termina na sexta-feira (28).

Conforme determina a Lei 13.677/2018, a partir do dia 29 de setembro os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.

Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora. Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.

As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.

Divergências no cadastro
Dos R$ 17 bilhões já pagos aos cotistas, cerca de R$ 8,5 bilhões foram entregues aos trabalhadores por meio de depósito automático na conta corrente, ou seja, sem a necessidade de ir à agência bancária. De acordo com o Ministério do Planejamento, isso foi possível devido aos créditos feitos pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal aos seus correntistas e a uma parceria envolvendo a Febraban, a Caixa, o Banco do Brasil e mais oito instituições: Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi, Banestes, BRB e Mercantil.

Devido a questões de segurança e a divergências cadastrais, cerca de 5 milhões de cotistas com CPFs válidos não receberão os depósitos automáticos. Por isso, o ministério alerta que cotistas com menos de 60 anos, interessados em ter acesso imediato ao dinheiro, devem procurar as agências da Caixa e do Banco do Brasil até a próxima sexta-feira (28).

Quem tem direito
Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800.726.0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800.729.0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em discurso de pouco mais de seis minutos, Haddad culpou opositores e o governo Michel Temer pela desaceleração da economia

Em discurso de pouco mais de seis minutos, Haddad culpou opositores e o governo Michel Temer pela desaceleração da economiaFoto: Reprodução/Instagram

Durante atos em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) , Fernando Haddad (PT) reforçou o apelo a eleitores de baixa renda e repetiu discurso usado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu padrinho político; ele disse que nos governos de seu partido, “pobre se tornou cidadão”.

Haddad, que foi ministro da Educação de Lula, afirmou que “o Brasil atrasou muito” o acesso ao ensino superior e que a defasagem foi corrigida pela sigla.

“Se não fosse um nordestino sem curso superior, isso não teria acontecido até hoje. Aliás, não é só na universidade. O pobre entrou no avião, entrou no restaurante, entrou no banco, entrou em todo canto, porque o pobre se tornou cidadão, como tem que ser”, declarou.

O eleitorado de menor renda impulsionou o crescimento de Haddad nas pesquisas até aqui. Em um mês, ele passou de 3% para 20% das intenções de voto no segmento que recebe até dois salários mínimos. O petista está empatado nesse grupo com Jair Bolsonaro (PSL), que tem 19%.

O PT acredita que ele ainda pode crescer mais entre esses eleitores, principalmente devido à popularidade de Lula. Quase metade dos entrevistados dessa faixa de renda não sabe que Haddad é apoiado pelo ex-presidente.

Em discurso de pouco mais de seis minutos, Haddad culpou opositores e o governo Michel Temer pela desaceleração da economia. “Nós não estaríamos vivendo a crise que estamos vivendo hoje se o nosso projeto não tivesse sido sabotado por esses golpistas que estão aí”, disse, em referência aos políticos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff. A seu lado, estava Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco que apoiou a derrubada da então presidente em 2016.

O petista disse que o Nordeste ainda cresce “porque é difícil frear uma locomotiva a 120 [quilômetros] por hora”. “Hoje, ela ainda está a 80, mas, se a gente bobear, ela vai a 40 e para”, emendou.

Em entrevista após o evento de campanha, Haddad afirmou que sua proposta de isenção de imposto de renda para quem ganha até cinco salários mínimos não prejudicará as contas públicas. “Isso não vai acontecer em função do fato de que nós vamos tributar dividendos. Hoje, quem recebe dividendos não paga imposto de renda. Só paga o trabalhador. Então isentar o trabalhador cobrando de quem tem como pagar vai equilibrar a conta”, disse.

Durante os atos, Haddad adotou um discurso apaziguador para tentar fazer frente a Jair Bolsonaro (PSL), com quem pode travar um embate direto no segundo turno.
“Eu vejo os outros candidatos fazendo ataques na televisão, e a nossa campanha é só proposição, só amor, só paz, que é o que o brasileiro quer”, declarou em discurso feito em Juazeiro, antes de sair em carreata.

Mais tarde, completou: “Estou vendo que o calor está subindo muito e a nossa campanha não vai entrar nessa. Vamos discutir propostas e respeitar os adversários, que também têm o direito de pensar diferente. Ataque pessoal, da maneira como estão fazendo, acho que não vai levar o Brasil a lugar nenhum”.

A campanha petista tem evitado mirar seus adversários diretos até agora. Na eleição de 2014, o PT fez ataques duros a Marina Silva (então no PSB) e Aécio Neves (PSDB) quando os dois ameaçavam a vitória de Dilma.

Haddad repetiu uma crítica que já havia feito a Hamilton Mourãovice de Bolsonaro. “Não sei se vocês ouviram o vice do Bolsonaro falar que essa delinquência é porque as mães e avós estão educando sozinhas. […] Se tem mãe sozinha, vamos cuidar, vamos respeitar e não estimular preconceito”, disse.

Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL

Jair Bolsonaro, presidenciável do PSLFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

hashtag EleNão, que critica a candidatura presidencial do capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL), ganhou o apoio de diversas celebridades brasileiras nas últimas semanas, incluindo nomes como Patrícia Pillar, Bruna Marquezine e Chay Suede. 
Nos últimos dias, contudo, o movimento parece ter ganho uma dimensão mais internacional

Isso porque algumas celebridades internacionais acabaram aderindo à campanha em suas redes sociais, sobretudo no ramo da música. A cantora Nicole Scherzinger, por exemplo, famosa pela sua participação no grupo Pussycat Dolls, tuitou: “Para todos meus fãs no Brasil: Estou mandando tanto amor. Levantem-se pela igualdade, respeito e amor. Não deixem de votar nas próximas eleições presidenciais e sejam ouvidos”.

O cantor Dan Reynolds, por sua vez, vocalista da banda Imagine Dragons, retuitou uma matéria crítica a Bolsonaro publicada no jornal New York Times, com a legenda: “Isso não representa o Brasil que conheço e amo”. A mesma matéria foi retuitada pela cantora e modelo inglesa Dua Lipa e pela cantora e compositora americana de hip-hop Kehlani. Ambas usaram a hashtag EleNão e Kehlani ainda escreveu: “Fique firme Brasil”. 

DJ americano Diplo e a drag queen e participante do reality show “RuPaul’s Drag Race” Shangela também publicaram a hashtag em suas redes sociais. Shangela ainda misturou inglês e português para escrever: “Para todos os meus fãs no Brasil… é importante estar envolvido e deixar sua voz ser ouvida. Não deixe de votar nas próximas eleições presidenciais e defenda a igualdade, o respeito e o amor. Eu amo todos vocês. Te Amo”.

Aedes aegypti

Aedes aegyptiFoto: Rafael nedder meyer/Fotopress

Um estudo desenvolvido a partir da análise de milhares de moléculas levou pesquisadores à identificação de lipídios que podem indicar a evolução da dengue para sua forma mais grave, a hemorrágica. Segundo os cientistas, foi possível observar que o vírus ajuda a promover a adição de fosfato às proteínas do sangue, aumentando a quantidade de fosfotidilcolinas. Esses lipídios agem contra a coagulação, e a presença excessiva deles acaba por desbalancear os processos que evitam ashemorragias.

O estudo, que foi desenvolvido pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Escola de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), revelou marcadores que facilitam o diagnóstico da dengue hemorrágica.

A investigação é resultado do doutorado do pesquisador Carlos Fernando Odir Rodrigues, sob orientação do professor Rodrigo Ramos Catharino, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp.

Reconhecimento internacional
Transformada em artigo publicado na revista Scientific Reports, a pesquisa descreve a evolução da dengue hemorrágica a partir da análise de 20 pacientes tratados no Hospital de Base da da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp).

De acordo com o estudo, o vírus assume o controle do metabolismo das células infectadas para atender às necessidades de replicação viral. Essa atuação gera aumento da fosfotidilcolina, que dificulta a coagulação do sangue e é um indicativo da febre hemorrágica.

Com essa constatação, os pesquisadores acreditam que, em breve, será possível identificar a ocorrência da forma mais grave da doença a partir de exames de sangue. A expectativa é que a descoberta também ajude no desenvolvimento de vacinas e no aperfeiçoamento dos tratamentos.

A partir do diagnóstico mais rápido e preciso, deve ainda aumentar a sobrevida dos pacientes, uma vez que o atendimento já poderá ser direcionado desde os estágios iniciais. A evolução para a variedade hemorrágica está ligada vários fatores, como a quantidade de vírus no organismo e a reação do sistema imunológico do doente.

Contaminação
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a dengue afete 390 milhões de pessoas por ano em todo o mundo. Em junho, o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), do Ministério da Saúde, apontou que 1,1 mil municípios brasileiros, 22% do total, tinham risco de surto de dengue, zika e chikungunya.

Nas capitais, apenas São Paulo, João Pessoa e Aracaju estavam em condições consideradas satisfatórias e tinham poucas chances de enfrentar esse tipo de problema.
Até julho, haviam sido confirmadas 77 mortes causadas pela dengue em todo o país. Ao todo, foram registrados 148 casos da doença considerados graves e 1,7 mil ocorrências com sinais de alarme.

Dirceu, quando esteve em Itapetim em 2011

O ex-ministro José Dirceu, que pode voltar a ser preso por sua condenação no caso do Mensalão, acusado de formação de quadrilha não se rende e continua afirmando ser inocente. “O Supremo diz que não sou chefe de quadrilha, por isso estou livre”.

Falando à jornalista Aline Moura, do Diário de Pernambuco, ele relembrou o período da década de 70 em que morou ou visitou cidades do Sertão do Pajeú e Paraíba.

“Tínhamos um companheiro que morava em São Vicente (distrito de Itapetim), entre São José do Egito e Patos, na Paraíba, o João Leonardo da Silva Rocha. Quando eu voltei duas vezes para o Brasil eu tinha cobtatc com ele”, disse.

“Eu ficava também entre Caruaru, Campina Grande, Patos, Cajazeiras, Juazeiro, Salgueiro, Arcoverde e Serra Talhada. Vivi  um tempão porque tínhamos que fazer contato. Eu estava clandestino no Brasil lutando contra a ditadura em 1971”, disse.

Em abril de 2011 José Dirceu, que usava o codinome Daniel, na vida clandestina, esteve  no Sítio Baixio, em São Vicente, distrito de Itapetim, para ver a casa onde viveu clandestino João Leonardo da Silva Rocha, o Zé Careca, planejando montar uma base militante rural, e participar da inauguração da praça com o nome do amigo.

Zé Careca foi um dos 15 presos políticos libertados e expatriados para o México, em 1969, em avião (Hércules 56) da Força Aérea Brasileira, em troca do embaixador americano sequestrado no Rio de Janeiro, Charles Elbrick.

Voltando a entrevista, Dirceu defendeu o nome de Haddad. “Tem plenas condições de ser presidente. Essa coisa de poste e tentativa de desqualificá-lo”. Também afirmou acreditar que não acredita que a maioria do país vai fazer opção pelo projeto do partido nessa eleição.

G1

Uma investigação feita pela Polícia Federal (PF) reforça a versão de que Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho para dar uma facada no candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no último dia 6 de setembro em Juiz de Fora (MG).

A informação foi divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo G1 junto à assessoria da PF.

Um dia após o crime, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a PF trabalhava com a hipótese de Adélio ter atuado como “lobo solitário”.

Os investigadores também afastaram a hipótese de que Adélio teria recebido pagamento em sua conta bancária para executar o ataque ao presidenciável.

De acordo com a PF, o recurso encontrado na conta do agressor tem origem “sustentável”, de uma rescisão trabalhista, e de remuneração pelo período que trabalhou como garçom.

Um cartão de crédito internacional encontrado com Adélio nunca foi utilizado, conforme a investigação, e foi emitido automaticamente pelo banco em que o agressor tem conta.

O computador pessoal de Adélio, segundo a PF, é antigo e estava quebrado, tendo sido utilizado pela última vez em 2017. Além disso, dos quatro celulares encontrados com o agressor, somente dois funcionavam e nenhum foi comprado nas semanas que antecederam o ataque a Bolsonaro.

Para a PF, Adélio tinha condições financeiras próprias de pagar, de forma antecipada, a hospedagem em uma pensão de Juiz de Fora.

Os policiais também investigaram pessoas citadas em redes sociais que seriam cúmplices de Adélio e teriam repassado a faca ao agressor. No entanto, os investigadores descartaram essas suspeitas.

Às quatro pesquisas registradas no estado: haja coração

Se você acompanha atentamente a campanha eleitoral em Pernambuco, torce pra um lado, para outro, está indeciso ou diretamente envolvido neste processo eleitoral, prepare o coração.

Nada mais nada a que quatro institutos de pesquisa vão divulgar números da corrida eleitoral em Pernambuco. De acordo com dados do TSE, Datafolha, Ibope, Ipespe e Real Time Big Data registraram a realização das entrevistas.

A última pesquisa Datafolha saiu na quinta-feira (20). Nela,  Paulo Câmara (PSB) apareceu com 35% e Armando Monteiro (PTB), com 31%. Dois dias antes, a pesquisa Ibope mostrou o governador e candidato a reeleição Paulo Câmara(PSB) com 33%, seguido do petebista Armando Monteiro (PTB) com 25%.

Dia 11 saiu a pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), em parceria com a Folha de Pernambuco. Na disputa pelo Governo do Estado, Paulo apareceu com 35%, seguido do senador Armando Monteiro Neto (PTB), que oscilou um ponto percentual dentro da margem de erro, chegando a 25%. O levantamento foi feito entre os dias 6 e 8 de setembro.

No final de agosto e início de setembro, o Instituto Real Time Big Data no cenário estimulado, mostrou Paulo Câmara com 26%, seguido de Armando Monteiro 23%, Maurício Rands 6%, Julio Lossio 5%, Dani Portela 2% e Ana Patricia Alves com 2%. Brancos e nulos 25% e indecisos 11%.

Outra expectativa importante é para a disputa ao Senado. Os últimos levantamentos mostram Jarbas (MDB) um pouco descolado dos demais enquanto Humberto Costa e Mendonça Filho brigam pela segunda vaga.

No inicio da manhã deste sábado, dia 22 de setembro, na avenida Inocêncio Lima, próximo ao cemitério, na cidade Custódia, um homem conhecido por “Gordo” filho de Caíta, foi assassinado por elementos ainda não identificados.

Segundo informações exclusivas que chegaram ao Tribuna do Moxotó, dois elementos chegaram em um prédio primeiro andar onde a vítima se encontrava e ao perceber a presença dos seus algozes, a mesma pulou o prédio e ao pular teria se machucado  na queda e os acusados desceram do prédio  e executaram a vítima a golpes de faca peixeira.

Devido os ferimentos a vítima faleceu ali mesmo, seu corpo foi encaminhado para o IML da cidade de Arcoverde.

Ciro Gomes (PDT)

Ciro Gomes (PDT)Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

O candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, disse nesta sexta (21) que é razoável que se suspeite das intenções de “alguns institutos de pesquisa“. “Em um país onde se compra até deputado é razoável que a gente suspeite de que alguns institutos de pesquisa não estejam propriamente levantando números”, disse. 

Questionado por um repórter se estava dizendo que institutos como o Datafolha e o Ibope são comprados, Ciro disse que não afirmou isso.  “O que eu quis dizer é que ele [Geraldo Alckmin, PSDB] terá muito mais votos do que esses números que você está repetindo”, disse Ciro ao repórter, que tinha questionado sobre os números do Ibope no estado de São Paulo, onde as intenções de voto são lideradas por Jair Bolsonaro (PSL), seguido de Alckmin Fernando Haddad.

Ciro deu as declarações em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, cidade onde ele e Alckmin nasceram. Segundo o pedetista, os institutos de pesquisa serão “desmoralizados completamente” depois que saírem os resultados do primeiro turno.

“Dourar a pílula” Questionado sobre a decisão do TRE-CE (Tribunal Regional Eleitoral do Ceará), que barrou a candidatura a deputada estadual de sua irmã, Lia Ferreira Gomes (PDT), por estar com título de eleitor cancelado, Ciro disse que a lei “não protege os descuidados”.

Ele afirmou, contudo, que espera que o Supremo Tribunal Federal (STF) relativize a situação de quase 4 milhões de brasileiros que estão com o título cancelado por não terem realizado o cadastramento biométrico obrigatório. O PSB entrou na última quarta (19) com uma ação no STF para impedir o cancelamento do título de eleitores nessa situação.

“O Supremo vai julgar em 72 horas se nós vamos deixar 4 milhões de brasileiros sem direito de votar, 1 milhão deles só no estado da Bahia, o que inverte os resultados de uma forma muito central. Talvez por isso seja importante a gente dar, desta vez, uma dourada na pílula, e o Supremo vai saber fazer”, disse. “Se não ela [sua irmã] vai pagar por esse descuido.”

A última pesquisa Datafolha para o governo de Pernambuco, que mostra um empate técnico entre o governador e candidato a reeleição, Paulo Câmara (PSB) e o senador e candidato a eleição, Armando Monteiro (PTB), que aparece com 31%, contra 35% do socialista, empatados, portanto, na margem de erro, que é de 3%, acirrou a disputa e inflamou os ânimos das duas campanhas que iniciaram uma guerra de notas e acusações. 

Nesta sexta-feira (21), a troca de farpas teve início com uma nota da campanha de Armando acusando os adversários de desespero e iniciarem uma “campanha suja, mentirosa e baseada em fake news”. Segundo a campanha de Armando, a frente Popular estaria disseminando notícias falsas para atingir a imagem de Armando. 

Em resposta a nota da Coligação Pernambuco Vai Mudar, a Frente Popular, repudiou o que chamou de “desrespeitosa e mentirosa nota” e  chamando o grupo de Armando de “a turma de temer”, disse que “os elementos listados dizem respeito justamente às práticas desse grupo, que diuturnamente espalham boatos e mentiras contra o governador Paulo Câmara, em uma campanha difamatória”.  

A reta final da campanha promete ser uma guerra de acusações. Saindo do campo das ideias e proposta, para ataques de ambos os lados, na tentativa de desprestigiar o adversário. Confira as notas, na íntegra:

Nota da Coligação Pernambuco Vai Mudar

Com o crescimento de Armando Monteiro nas pesquisas e a aproximação do dia da eleição, os adversários iniciaram uma campanha suja, mentirosa e baseada em fake news e na distorção da realidade. O desespero dos adversários se traduz em jornais de seus apoiadores distribuídos gratuitamente em sinais de trânsito, vídeos disparados nas redes sociais e peças de caráter anônimo circulando pelo WhatsApp.

A coligação Pernambuco Vai Mudar repudia esses ataques inescrupulosos e denuncia à sociedade essa tentativa de enganar o povo pernambucano.

Para o atual governador, vale tudo para não perder o poder. Até atacar os familiares de Armando. Isso é inaceitável e não faz parte do jogo democrático. Trata-se de um expediente dos mais baixos, repudiável em quaisquer circunstâncias.

Na busca pela manutenção dos privilégios que já duram 12 anos, os adversários recorrem à distribuição de panfletos e materiais impressos na calada da noite, na replicação do que há mais reprovável no jogo eleitoral: a mentira. Não é a primeira vez que os adversários usam desse expediente, abusando das fake news.

O atual governador foi um dos principais articuladores da chegada de Temer ao poder, liberando seus secretários para retomarem seus cargos na Câmara Federal para votarem a favor do impeachment. Foi o PSB o fiel da balança: 29 dos seus deputados votaram para levar Temer ao Planalto.

Na tentativa de mistificar e enganar o eleitor, o atual governador de Pernambuco atendeu a constantes chamamentos de Temer e tendo, inclusive, gravado um vídeo oficial defendendo a reforma trabalhista. Como na linguagem popular, o atual governador age como se batesse uma carteira e gritasse “pega ladrão”.

A coligação Pernambuco Vai Mudar insiste em chamar a atenção do povo pernambucano para que não se deixe enganar por falsas promessas. Em 2014, isso já aconteceu, com um desfile de mentiras em forma de promessas que, hoje, vemos, não se cumpriram e transformaram Pernambuco numa pálida sombra do que o nosso Estado já foi. Em 2018, os adversários, sentindo o crescimento do sentimento de mudança, querem fazer o mesmo. Mas o povo de Pernambuco, independente, altivo e consciente, não vai deixar a história se repetir como farsa”.

Nota oficial da Frente Popular 

A Frente Popular repudia a desrespeitosa e mentirosa nota da coligação Pernambuco Vai Mudar, que tem à frente o senador Armando Monteiro Neto. Os elementos listados pela Turma de Temer em Pernambuco dizem respeito justamente às práticas desse grupo, que diuturnamente espalham boatos e mentiras contra o governador Paulo Câmara, em uma campanha difamatória via telefonemas anônimos e fake news – instrumentos próprios de quem prevê a derrota.

Primeiro, Armando deveria explicar aos eleitores como a sua longa história de fracassos como gestor dialoga com a sua atuação elitista no Congresso Nacional, quando, por exemplo, votou pela retirada de direitos do trabalhador na reforma combinada entre o desastroso Governo Temer e suas bancadas na Câmara e no Senado.

Vale lembrar aos pernambucanos que essa reforma foi proposta pelo PTB, partido de Armando, ao presidente Temer, que entregou o Ministério do Trabalho aos petebistas desde que assumiu o poder.

A coligação de Armando decidiu pelo caminho da desonestidade com os fatos, envergonhando Pernambuco e nossa tradição de fazer política com altivez.

Reafirmamos o nosso compromisso com a verdade, a transparência e o respeito ao povo de Pernambuco. Vamos continuar em frente, com nossa campanha propositiva, prestando contas aos cidadãos e discutindo o futuro do nosso Estado”. 

Paraná Portal

Ao deixar a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima rebate a crítica de que a operação foi seletiva, mas admite que a investigação encontrou mais amparo enquanto tinha o PT como principal alvo. Ele critica a mudança de postura do ministro Gilmar Mendes, do STF, responsável pela libertação de vários investigados.

Considerado um estrategista na operação, Santos Lima pediu afastamento da força-tarefa para aguardar a aposentadoria, que deve sair em março do ano que vem. O procurador define a Lava Jato como uma investigação de combate a um sistema de corrupção na política.

Segundo ele, uma percepção equivocada de que era dirigida exclusivamente ao Partido dos Trabalhadores chegou até a favorecer a operação. O procurador diz que o ministro Gilmar Mendes abandonou uma postura histórica depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff, do PT.

“A percepção de que você, ao investigar o governo do PT, atendia aos ideais dessa parcela da população gerou essa vinculação. É uma vinculação que aconteceu e que nunca foi estimulada por nós. Essa própria percepção equivocada que parte da população teve também nos salvou em alguns momentos… até o impeachment da Dilma, o ministro Gilmar Mendes tinha uma posição bastante favorável à Lava Jato e ele muda completamente depois, por exemplo”, explica

Santos Lima reconhece que alguns segmentos da sociedade se apropriam do discurso da Lava Jato por motivações políticas. Segundo ele, há candidatos envolvidos na investigação que usam o combate à corrupção como mote de campanha.

“Tem muita gente envolvida na Lava Jato fazendo discurso de combate à corrupção e devolução do dinheiro aos cofres públicos. Eu não vou chegar e dizer ‘fulano de tal, você devia devolver dinheiro primeiro então’… a gente não vai entrar nesse bate-boca.”

Com 54 anos, Carlos Fernando dos Santos Lima era o mais experiente da equipe de 13 procuradores da Força Tarefa Lava Jato. Ele se emociona ao falar dos amigos com quem agora deixa de conviver diariamente.

“É uma tristeza me afastar do convívio diário dos procuradores. Nós somos 13 e suportamos quatro anos e meio de intensa pressão. É um momento díficil se afastar de pessoas de que você gosta”, se emociona.

Natural de Curitiba, Santos Lima atua na Procuradoria Regional da República da 3.ª Região, em São Paulo, onde permanece até a aposentadoria. Depois disso, deve trabalhar como consultor na área de compliance, um sistema preventivo para garantir práticas de conformidade legal. Santos Lima diz não ter pretensões político-partidárias.

Para o lugar dele na força-tarefa, foi nomeado o procurador Felipe D`Elia Camargo, que era do Ministério Público Federal em Joaçaba, em Santa Catarina.

Nesta sexta-feira (21), o candidato ao governo de Pernambuco pela Rede Sustentabilidade, Julio Lossio foi expulso do partido. A legenda assimfica sem candidato no estado.

Anteriormente, a Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade divulgou um alerta informando que o candidato poderia sofrer abertura de processo disciplinar, consequente expulsão do quadro partidário e o cancelamento de candidatura ao governo do estado de Pernambuco.

Dos 25 integrantes, 21 participaram da votação e por unanimidade, ele foi expulso do partido.

A nota foi divulgada, na última quarta-feira (19), após encontro entre Lossio, o postulante a deputado federal Coronel Meira (PRP) e Gilson Machado Neto (PSL), ambos apoiadores da candidatura à Presidência da República de Jair Bolsonaro (PSL).

Ao Diario de Pernambuco, Lossio afirmou: “nunca vi você expulsar alguém sem dar o direito de defesa. A Rede está voltando para a época em que pertenciam ao Partidão onde executavam as pessoas que desagradavam a eles. Vamos discutir isso em todas as instâncias. Nossa candidatura foi construída e legitimada pelas pessoas e pelo próprio partido e temos a maioria da rede ao nosso lado como você viu no documento”, acusou.

A carta, da qual ele se refere foi enviada, nessa quinta-feira (20) a executiva nacional, como forma de mostrar apoio de integrantes locais. Nela, havia assinatura de 44 pessoas filiadas à sigla, incluindo a chapa majoritária completa, candidatos a deputado federal e estadual pela legenda. No entanto, da executiva estadual, que tem 19 integrantes, apenas cinco assinaram.

A Rede é um partido que não tem presidente, no lugar dele, existe o porta-voz. Os dois porta-vozes de Pernambuco não apoiaram a nota de Lóssio divulgada na quinta-feira.

Hoje o candidato tinha comandado uma carreata na sua base natal, Petrolina. Depois foi comunicado da decisão.

A Prefeitura Municipal de Floresta decretou situação de emergência no município devido à estiagem. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município e é válido por 180 dias a partir da data de publicação.

De acordo com a publicação, o decreto considera “que as ações adaptadas pela Administração Pública do município de Floresta, em razão de sua limitada fonte de recursos, não se apresentam suficientemente aptas à solução de problemática situação emergencial”.

Ainda segundo o texto, as perdas na agropecuária também foram levadas em consideração. As medidas necessárias para combater a situação de emergência serão adotadas por órgãos municipais sob a coordenação do Conselho Municipal de Defesa Civil (COMDEC).

Diário de Pernambuco

O MP Eleitoral em Pernambuco decidiu, nesta sexta-feira (21), recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para indeferir os registros de três candidatos a deputado estadual: João Paulo (PCdoB), Joel da Harpa (PP)  e José Queiroz (PDT). A decisão do MPE foi tomada logo após o julgamento do registro das candidaturas referentes às Eleições 2018.

No entendimento do MP eleitoral, os três candidatos estão impossibilitados de concorrer por se enquadrarem em causas de inelegibilidade previstas na Lei Complementar nº 64/1990. João Paulo e Zé Queiroz foram condenados pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). João por crime de dispensa ou inexigência de licitação fora das hipóteses previstas em lei.

Zé Queiroz, por ato doloso de improbidade administrativa. Já Joel da Harpa foi condenado à pena de exclusão da Polícia Militar, em decorrência de processo administrativo que tramitou na Secretaria de Defesa Social (SDS).

Os três postulantes tiveram os pedidos de registro de candidatura impugnados pelo MP Eleitoral, mas o Tribunal Regional Eleitoral em Pernambuco (TRE-PE) deferiu as candidaturas. Eles ainda podem ficar inelegíveis, devido aos recursos ordinários.

Defesa

Joel da Harpa defendeu-se afirmando que ingressou com recurso administrativo, com efeito suspensivo, contra o ato de demissão, o que afastaria a inelegibilidade. A alegação foi aceita pelo TRE-PE.

Em sua defesa, Zé Queiroz argumentou que o ato de improbidade administrativa pelo qual foi condenado não resultou em lesão ao erário e enriquecimento ilícito, e que somente nessas hipóteses estaria inelegível.

João Paulo contestou sua impugnação, alegando que os recursos contra sua condenação no TJPE têm efeito suspensivo, ou seja, os efeitos da decisão do Tribunal ficariam suspensos até que os recursos sejam julgados.

Ciro Gomes (PDT)

                         Ciro Gomes (PDT) Foto: Nacho Doce

Estagnado em 11% nas últimas duas pesquisas Ibope e ultrapassado por Fernando Haddad (PT), hoje com 19%, o candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, publicou no Twitter um vídeo para acalmar seu eleitorado.

Nele, Ciro diz que as pesquisas internas do partido, que não podem ser divulgadas porque não são registradas, “dão números completamente diferentes” dos do Ibope, que indicam segundo turno entre Haddad e Jair Bolsonaro (PSL). “Dá pra gente trabalhar animado”, diz, depois de pedir que sua militância continue “aguerrida e entusiasmada” nas ruas.

Ciro também fez uma comparação indireta da sua situação com a do tucano Aécio Neves nas últimas eleições, quando as pesquisas apontavam, duas semanas antes, um segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva, então do PSB. Segundo o pedetista, “as pesquisas estão saindo quase todo dia, e trazem números que, às vezes, podem confundir o eleitor”.

“Eu quero lembrar o que aconteceu na reta final das últimas eleições, as de 2014, quando as pesquisas davam um quadro completamente diferente de resultado verdadeiro que saiu depois”, diz Ciro.

O vídeo reproduz então um trecho do Jornal Nacional divulgando a pesquisa Ibope de 23 de setembro de 2014, em que Dilma tinha 38%, Marina, 28% e Aécio, 19%.
“Tá vendo aí? O resultado das urnas foi completamente diferente”, afirma Ciro. “Então, meu povo, a lição que fica mesmo é que a gente nunca pode transferir a nossa decisão e o nosso entusiasmo para os institutos de pesquisa.”

Folha de S.Paulo

Na disputa ao Senado, Jarbas (MDB), Mendonça Filho (DEM) e Humberto Costa (PT) encabeçam as preferências do eleitor, com 36%, 31% e 30% das intenções de voto, respectivamente.

Em seguida, aparecem Bruno Araújo (PSDB), com 12%; Sílvio Costa (Avante), com 11%; Pastor Jairinho (Rede), com 6%; Adriana Rocha (Rede), com 3%; Hélio Cabral (PSTU) e Lidia Brunes (PROS), com 2%; e Eugênia (PSOL), Alex Rola (PCO) e Albanise Pires (PSOL), com 1%.

Veja

Os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram, por unanimidade que a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em campanhas de candidatos do PT não configura irregularidade.

Pela legislação, apoiadores podem aparecer em propagandas em até um quarto do tempo.

A defesa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) havia apresentado à Justiça eleitoral uma representação contra a coligação “O Povo Feliz de Novo”, originalmente encabeçada por Lula, mas assumida por Fernando Haddad (PT) após o indeferimento da candidatura do ex-presidente.

A campanha do militar reformado alegava que todo o tempo da propaganda veiculada em 6 e 8 de setembro havia sido utilizado para fazer apologia a Lula.

Ministros entenderam que proibir ex-presidente de aparecer em peças de campanhas configuraria pena de banimento, o que seria incompatível com a democracia

O petista está preso em Curitiba desde abril deste ano, após condenação em segundo grau por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A defesa do ex-presidente afirma que não há provas e que ele tem sido perseguido por setores da Justiça.

Transposição do Rio São Francisco

Transposição do Rio São Francisco Foto: Divulgação/Ministério da Integração Nacional

Os valores para o fornecimento da água bruta do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) para 2018 foram definidos pela Agência Nacional de Águas (ANA). Em publicação divulgada no Diário Oficial da União de ontem, a ANA estabeleceu os preços para a tarifa de disponibilidade (R$ 0,801 por metro cúbico), que cobre os custos fixos para fornecer a água, e a tarifa de consumo (R$ 0,244), relativa ao que for efetivamente utilizado da água. Essas tarifas serão pagas pelo operador estadual à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), responsável por operar o PISF, fornecendo a água bruta aos estados.

Os valores só começarão a ser cobrados depois da assinatura de contrato entre o operador estadual e a Codevasf. “Até o dia 31 de dezembro deste ano é o prazo para assinatura do contrato. A data que vai começar a cobrança da operação ainda não está definida. O Estado de Pernambuco tem indicado que será a Compesa [Companhia Pernambucana de Saneamento] a responsável por comprar a água bruta do São Francisco”, explicou o superintendente adjunto de regulação da ANA, Patrick Thomas.

Atualmente, o projeto da transposição está em fase de pré-operação, ou seja, em teste. Ele ainda entrará em fase de operação comercial após a assinatura do contrato. “A partir dessa assinatura, o Estado vai pagar pela tarifa de disponibilidade, que serve para cobrir os custos fixos, como aluguel da sede da Codevasf e o salário dos funcionários. Quando a água começar a ser entregue para o operador estadual, começará a cobrança da tarifa de consumo, que será de acordo com a água que for efetivamente entregue, ou seja, o custo de energia para bombear a água” explicou Thomas.

No último dia 9, a ANA aprovou a resolução estabelecendo o primeiro Plano de Gestão Anual (PGA), que determinou a quantidade máxima da água a ser disponibilizada para os estados. “A Codevasf pode entregar para Pernambuco até 0,75 metro cúbico por segundo (m³/s)”, informou Thomas.

Esses valores das tarifas servirão apenas nos meses em que começar a operação neste ano. Em 2019, serão outras tarifas. “Esses pagamentos são importantes para a sustentabilidade financeira do projeto. A Codevasf precisa cobrir custos de operação e manutenção para que os estados recebam a água com segurança”, destacou Thomas.

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (19) uma nova pesquisa de intenção de voto para o governo da Paraíba nesta quarta-feira (19) aponta os seguintes percentuais:

João Azevêdo (PSB): 32%
Zé Maranhão (MDB): 28%
Lucélio Cartaxo (PV): 19%
Tárcio Teixeira (PSOL): 2%
Rama Dantas (PSTU): 0%
Brancos/nulos: 15%
Não sabe/Não respondeu: 4%

No levantamento anterior, feito nos dias 21 a 23 de agosto, os números foram: Zé Maranhão, 31%; Lucélio Cartaxo, 18%; João Azevêdo, 17%; Tárcio Teixeira, 3%; Rama Dantas, 0%; Brancos/nulos, 23%; Não sabe/Não respondeu, 8%.

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

João Azevêdo (PSB): 23%
Zé Maranhão (MDB): 15%
Lucélio Cartaxo (PV): 10%
Tárcio Teixeira (PSOL): 0%
Rama Dantas (PSTU): 0%
Outros: 4%
Brancos/nulos: 20%
Não sabe/Não respondeu: 28%

No levantamento anterior, os números foram: João Azevêdo, 11%; Zé Maranhão, 9%; Lucélio Cartaxo, 6%; Tárcio Teixeira, 0%; Rama Dantas não foi citada; Outros, 7%; Brancos/nulos, 22%; Não sabe/Não respondeu, 45%.

A pesquisa foi encomendada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois do início da propaganda eleitoral gratuita na TV.

A margem de erro é 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 812 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais, entre os dias 16 a 18 de setembro.

Registro no TRE: PB-08654/2018 Registro no TSE: BR-07454/2018

O nível de confiança utilizado é de 95%.