Os estudantes que não tiverem a solicitação aceita poderão entrar com recurso no período de 22 a 26 de abril, também na Página do Participante.

Os estudantes que não tiverem a solicitação aceita poderão entrar com recurso no período de 22 a 26 de abril, também na Página do Participante. Foto: Educa Mais Brasil/Divulgação

Participantes que solicitaram a isenção da taxa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem conferir nesta quarta-feira (17) se os pedidos foram ou não aceitos. O resultado estará disponível na Página do Participante.

Para consultar o resultado, será necessário informar o CPF e a senha criada na hora de fazer a solicitação. 

Os estudantes que não tiverem a solicitação aceita poderão entrar com recurso no período de 22 a 26 de abril, também na Página do Participante. O resultado do recurso será divulgado no mesmo endereço, a partir de 2 de maio.

Para participar do exame, os estudantes – com ou sem isenção da taxa – devem fazer a inscrição no período de 6 a 17 de maio.

Ao todo, 3.687.527 estudantes solicitaram a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

O prazo para pedir a isenção da taxa do Enem terminou no último dia 10. A taxa de inscrição deste ano é R$ 85.

Também nesta quarta-feira será divulgado o resultado das justificativas dos estudantes que não pagaram o Enem 2018 e que, por algum motivo, faltaram às provas. Para pedir isenção novamente este ano, esses estudantes tiveram que apresentar uma justificativa da ausência. 

Estudantes isentos 
Têm direito à isenção da taxa os estudantes que estão cursando a última série do ensino médio em 2019 em escola da rede pública; aqueles que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, com renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio, o que, em valores de 2019, equivale a R$ 1.497.

São também isentos os participantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, ou seja, membros de família de baixa renda com Número de Identificação Social (NIS), único e válido, com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 499), ou renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 2.994).

Enem 2019

O Enem será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. As notas do exame podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Acidente aconteceu em São Caetano, no Agreste de Pernambuco

Acidente aconteceu em São Caetano, no Agreste de Pernambuco Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal

Duas pessoas pessoas morreram em um acidente, e outra ficou gravemente ferida, na noite dessa terça-feira (16), no quilômetro 145, da BR-232, em São Caetano, no Agreste de Pernambuco. Duas motocicletas colidiram de frente na via, quando um dos motoristas trafegava pela contramão. Os dois motociclistas morreram no local, e um passageiro foi socorrido.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motociclista que transitava pela contramão era inabilitado, e estava com o veículo irregular desde 2011. Enquanto o outro condutor, era habilitado e trafegava com veículo regular. O passageiro foi socorrido para o hospital Municipal de São Caetano.

Segundo a OMS, o sarampo é quase totalmente evitável por meio de duas doses de uma vacina segura e eficaz.

Segundo a OMS, o sarampo é quase totalmente evitável por meio de duas doses de uma vacina segura e eficaz. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o número de casos de sarampo no mundo aumentou cerca de 300% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2018.

Dados preliminares divulgados pela OMS indicam que foram registrados mais de 112 mil casos de sarampo em 170 países nos três primeiros meses de 2019. A entidade informou que os recentes surtos da doença causaram muitas mortes, principalmente de crianças.

Os casos de sarampo na África aumentaram em aproximadamente 700%, em comparação ao mesmo período do ano passado. Na Europa, o crescimento foi de 300%, apesar do uso de vacinas na região ser mais difundido.

Segundo a OMS, o sarampo é quase totalmente evitável por meio de duas doses de uma vacina segura e eficaz. Mas a organização afirmou que somente 67% da população mundial tomaram a segunda dose.

A OMS aconselha que as pessoas tomem as duas doses da vacina. A organização também pede que os países garantam que todas as crianças sejam vacinadas, uma vez que o sarampo pode afetá-las mais duramente.

Senado Federal

                    Senado Federal Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (16), com alterações, o projeto de lei (PL) que altera a Lei dos Partidos Políticos. O PL dá autonomia aos partidos políticos para definirem o prazo de duração dos mandatos dos membros dos seus órgãos partidários permanentes ou provisórios. O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados no início de abril.

O texto, no entanto, sofreu alterações na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e, por isso, volta à Câmara. A principal alteração foi a redução de oito para dois anos o prazo máximo de duração dos órgãos provisórios dos partidos. Os órgãos provisório são representações temporárias mantidas até que eventualmente haja a constituição regular de um diretório.

O projeto de lei também estabelece a anistia a partidos políticos que não tenham aplicado 5% dos recursos anuais do Fundo Partidário no incentivo à participação das mulheres na política até 2018 e tenham direcionado o dinheiro para financiar candidaturas femininas.

Entre os óbitos relacionados ao alcoolismo, 59,3% das vítimas tinham mais de 55 anos de idade

                                         Foto: Arthur de Souza

“Meu apelido era ‘sete vidas’, porque eu já escapei de muita batida. Perdi umas cinco bicicletas. Sem falar nas ameaças que já sofri. Conheço muita gente que morreu por conta de cachaça. Um amigo faz alguns anos foi parar no hospital por conta de bebida e mandaram providenciar o caixão porque ele não ia durar muito. Foi dito e feito. Hoje o conselho que dou a outras pessoas é que tenham cuidado porque o álcool é uma droga sutil, mas que pode levar as pessoas à miséria”. 

Este é relato é de um sobrevivente do álcool, de 54 anos, que preferiu não ter o nome divulgado. Sóbrio há 13 anos, por pouco ele não entrou para uma estatística terrível: a dos óbitos relacionados ao consumo de bebida. Um ranking divulgado pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) coloca Pernambuco como o 2º estado do País em volume de mortes atribuíveis parcial ou totalmente ao álcool por 100 mil habitantes. Somos ainda o 1ª do Nordeste. Os cálculos do Cisa apontam que 42,4 pessoas morrem devido à bebida a cada 100 mil pessoas aqui. 

A publicação Álcool e a Saúde dos Brasileiros – Panorama 2019 compila dados de várias fontes de informação para formar o perfil inédito do impacto do consumo de bebidas em todo o Brasil. Foram levados em conta, por exemplo, a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, elaborada pelo IBGE (PeNSE), o levantamento Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico do Ministério da Saúde (Vigitel) , além de relatórios da Organização Mundial de Saúde

O estudo verificou que entre as mortes de pernambucanos relacionadas ao alcoolismo 59,3% das vítimas tinham mais de 55 anos de idade. Apenas em 2016 foram 66.928 falecimentos em números absolutos. Os óbitos são mais prevalentes entre os homens: 71,1% eram do sexo masculino. 

Já entre as principais causas de falecimento estão a doença hepática alcoólica (19%), a síndrome de dependência do álcool (16%), a hipertensão (13%) e a doença cardíaca isquêmica (11%). Fora o 2ª lugar nacional em mortes atribuíveis, Pernambuco está no 3º lugar na região Nordeste em relação as internações parcial ou totalmente atribuíveis ao álcool. São 102,4 internações para cada 100 mil habitantes. Foram 543.250 desses atendimentos em 2017 e que custaram aos cofres cerca de R$ 4,5 milhões. 

“São necessários mais estudos para elucidar os fatores envolvidos nesses desfechos em Pernambuco. A relação entre o uso nocivo e as consequências à saúde deve ser analisada frente a ações de prevenção e tratamento disponíveis no local. Além disso, fatores como economia, violência, disponibilidade e qualidade do álcool também são importantes influenciadores desta relação”, explicou a coordenadora do Cisa, Erica Siu.

O gerente operacional do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) Centro de Prevenção Tratamento e Reabilitação de Alcoolismo (CPTRA), Luiz Carlos Almeida, comentou que a maior demanda do serviço são de abusadores ou dependentes do álcool. “Geralmente, o usuário especificamente do álcool chega depois de alguns anos de adoecimento e ainda tem dificuldade desse reconhecimento do problema. Na nossa cultura é muito comum as pessoas fazerem uso de bebida, muito comum a permissão de menores de idade fazendo uso de álcool e comum o discurso contra as drogas ilícitas, mas permissiva do consumo de álcool”, comentou sobre os desafios na abordagem ao usuário. 

“Muitos só buscam ajuda depois que passam por algum adoecimento ou precisou de socorro médico. Outros depois de episódios de caráter moral como uma briga ou porque colocou amigos ou a família em situação constrangedora”, disse. Almeida reforçou que do ponto de vista da saúde pública o álcool é a droga que tem maior morbidade e mortalidade, sendo responsável por muitas mortes de trânsito, acidentes de trabalho e óbitos por causas clínica como doenças do sistema digestivo e hepático. A Capital tem seis Caps AD que fazem tratamento gratuito. 

Em relação ao Brasil, o Cisa reforçou que o País teve queda de 11% no consumo de álcool per capita (por pessoa) entre 2010 e 2016 (saiu 8,8 litros para 7,8 litros), mas ainda está acima da média mundial de consumo per capita que é de 6,4 Litro/ano. Já entre os bebedores, o consumo médio é de três doses/dia, maior que a média na região das Américas e no mundo, de 2,3 doses/dia. Outro dado que merece alerta são as internações e óbitos relacionados ao álcool que aumentaram respectivamente 6,9% e 6,7%, na população de idosos, entre 2010 e 2016.

Trânsito – Outra fator preocupante é em relação a mistura álcool e direção. De acordo com balanço do Detran Pernambuco, a Operação Lei Seca autuou 215 motoristas por alcoolemia nos primeiros três meses de 2019. No mesmo período do ano passado foram 30 autuações, ou seja, aumento de 616,67%. Já os dados da Secretaria de Saúde do Estado apontam quedas anuais deste tipo de infração. Em 2018, foram 441.115 veículos abordados e 4.308 multas por alcoolemia. Um percentual de 0,97%. Enquanto em 2017, 378.006 abordagens resultaram em 5.291 multas (1,3%).

Foto: TCE/Divulgação

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas julgou irregular, o objeto de uma auditoria especial para apurar possíveis irregularidades no Pregão Presencial nº 033/2016 e no Leilão n° 002/2016 da Prefeitura de São José do Egito.

As licitações eram destinadas à contratação de leiloeiro e à alienação de 283 veículos apreendidos e de 20 outros, descritos como sem utilidade para o município. A relatoria do processo TC nº 1621096-7 foi do conselheiro Carlos Porto.

Os trabalhos foram desenvolvidos pela equipe técnica da Inspetoria Regional de Arcoverde e mostrou indícios de montagem nas licitações. O primeiro diz respeito a contradições na descrição do objeto a ser alienado, já que a Ata do Pregão e o Termo de Adjudicação alegavam que o leilão seria para a venda de veículos apreendidos pelo município, enquanto a Ata de Registro de Preços indicava que o objeto se referia a bens de propriedade municipal.

Dois pareceres jurídicos, justificando e respaldando o leilão, faziam parte da documentação analisada. Um deles mencionava o fornecimento de hortifrutigranjeiros como objeto da alienação, que nada tem a ver com a finalidade original. Além disso, etapas do processo que aconteceram em datas sem qualquer sequência lógica, rasuras e documentos sem numeração complementaram os achados da auditoria do TCE.

De acordo com o relatório do TCE, o contrato administrativo nº 10033/2016, celebrado entre o município e Luciano Resende Rodrigues (leiloeiro contratado) não foi anexado aos documentos da licitação. Segundo declaração da Prefeitura, ele não foi localizado. Além da ausência de cotação de preços para fundamentar o certame, a numeração do Pregão também não constava da relação de licitações disponível no Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (SAGRES) do Tribunal. O conselheiro Marcos Loreto chegou a expedir em 2016 uma Medida Cautelar (Processo TC nº 1609781-6 – Acórdão T.C. nº 1351/16) determinando a suspensão dos atos relativos ao leilão nº 002/2016.

MULTAS

O Ministério Público de Contas, por meio do procurador Gilmar Severino de Lima, emitiu o parecer MPCO nº N.º 46/2019 confirmando as possíveis irregularidades apontadas pela auditoria. Os fatos apurados levaram o relator a aplicar uma multa de R$ 20.000,00 ao ex-prefeito Romério Guimarães e de R$ 15.000,00 ao pregoeiro e presidente da Comissão de Licitações, Erasmo Siqueira Neto.

O secretário e a integrante da CPL, Fredson André Louredo de Brito e Carla Andrea Farias dos Santos, foram multados em R$ 11.000,00. Os valores deverão ser recolhidos no prazo de até 15 dias do trânsito em julgado da decisão, ou seja, até que não caibam mais recursos no TCE, ao Fundo de Aperfeiçoamento Profissional e Reequipamento Técnico do Tribunal.

Por Anchieta Santos

Administrado pelo prefeito, Anchieta Patriota (PSB), o município de Carnaíba, aparece em 7º lugar no estado e 1ª colocação na região do Pajeú, no ranking do índice de transparência, divulgado ontem, terça-feira (16/04) pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE).

O resultado é fruto da apuração do ITMPE – Índice de Transparência dos Municípios das Prefeituras, relativo ao ano de 2018.

A fiscalização vem sendo realizada desde 2015 nos sites oficiais e portais de transparência das 184 prefeituras do estado.

Já a Câmara de Tabira, presidida pela vereadora Nely Sampaio, passou do nível moderado para o nível desejado, ocupando o 10º lugar no estado e 1º no sertão do Pajeú.

A apuração do índice, relativo ao exercício de 2018, compreende a avaliação da disponibilização de informações e recursos essenciais à transparência pública nos sites oficiais e portais de transparência, bem como da existência de regulamentação, em legislação própria, da criação do Serviço de Informação ao Cidadão – SIC, que consiste em uma unidade física, de fácil acesso e aberta ao público, voltada ao atendimento do cidadão que queira obter orientações ou informações públicas custodiadas pelo órgão.

O custodiense Francisco Alves se destaca no estado de São Paulo onde é Secretário de segurança pública do município de Limeira. Francisco Alves é irmão do diretor da Rádio Panorama FM Fernando Alves.

Ano passado Francisco Alves esteve em Custódia, onde concedeu entrevista na Nova Pan FM ao jornalista Júnior Cavalcanti, ele falou dos desafios encontrados em comandar uma secretaria tão complexa, e também da implementação da Guarda Civil municipal em Limeira-SP, guarda essa que vem ajudando a diminuir os índices de violência naquele município. 

César Maia (DEM), vereador do Rio de Janeiro

César Maia (DEM), vereador do Rio de Janeiro Foto: Wikimedia Commons

O ex-prefeito do Rio de Janeiro e hoje vereador, Cesar Maia (DEM), dá nota seis – ou seis e meio – para os cem primeiros dias de governo de Jair Bolsonaro (PSDB). Na entrevista à Folha de S.Paulo, concedida neste domingo (14), ele também chama o presidente de líder sindical e representante da velha direita.

Pai do presidente da Câmara dos DeputadosRodrigo Maia (DEM), o ex-prefeito do Rio critica a articulação política de Bolsonaro. Para ele, é uma confusão. Cesar também questionou a capacidade do presidente de escalação de ministros. “Qual é a informação Bolsonaro acumulou para fazer as escolhas certas?”

Na semana passada, a Procuradoria-geral da República remeteu ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedido de prorrogação do inquérito sobre Cesar Maia e seu filho. Perícia da PF encontrou, no sistema da Odebrecht, registro de pagamento de R$ 1,5 milhão aos dois.

Na semana passada, foi remetido ao Supremo um relatório de janeiro da Polícia Federal indicando repasses da Odebrecht para o sr e seu filho. Acha que é retaliação?
São procedimentos. A gente sabia desses prazos. Ficávamos torcendo para a [Raquel] Dodge -ou, agora, o [Edson] Fachin- entender que aquilo era uma porcariazinha de caixa dois. Aí, não encaminha para frente e arquiva. Vários foram arquivados assim, né? A gente estava com expectativa de arquivamento. Mas tinha que acontecer.

Foi prorrogada a investigação. Mas o senhor tinha a expectativa que fosse arquivado.
Todo réu em potencial acha que vai ser arquivado. Primeiro eu já não era prefeito. Eles falam 2008, 2010 e 2014. Um deles era meu último ano de governo e eles acusam meu chefe de gabinete de ter pedido dinheiro para a campanha da Solange Amaral. Eu nem sabia. Até porque eles eram proibidos por mim e por lei. Quem está no governo não pode fazer campanha eleitoral. Eles falam que teria sido feito pedido a Odebrecht para ajudar, por caixa dois, a campanha de senador. Eu era candidato porque o partido me pedia. Não tratava de captação de recursos.

Como o sr avalia articulação do governo Bolsonaro?
Parece que está começando agora. O Bolsonaro disse que a aprovação da reforma era coisa do Congresso. Mas passou. É um projeto de lei dele e o Poder Executivo tem que capitanear, articular.

O presidente finalmente está assumindo a responsabilidade?
Obrigatoriamente. Como o Rodrigo disse, a responsabilidade é dele. E ele vai ter que chamar os líderes para conversar. Perderam prazos, perderam tempo. Uma coisa que já deveria ter sido votada pela CCJ vai ser votada na semana que vem, se for.

A intenção era votar antes da Páscoa. Mas o Rodrigo Maia definiu que, nesta semana, terá o Orçamento impositivo
Os jornais publicaram um estudo da relação de poder entre Legislativo e Executivo. O Brasil era o segundo onde o Executivo tinha mais poder sobre o Legislativo em uma lista de, sei lá, 30 países. O caso do Brasil era um caso de 91%, um número desses. O que está acontecendo e vai acontecer -e seria inevitável, fosse o Bolsonaro, fosse quem fosse- é que o Legislativo vai dizer “nesse número não pode ficar. Vamos reduzir para 70%”. Uma primeira medida é o Orçamento impositivo.

Mas teve um mal-estar porque o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), disse ter acertado com o Rodrigo que a Previdência seria antes.
O Onyx não é exatamente um articulador. Era um deputado nosso, do PFL. Representava a indústria de armas do Rio Grande do Sul. E teve uma bobeira ali em que os procuradores apresentam as leis de anticorrupção. Ninguém sabe por que o Onix foi nomeado relator. Uma vez relator, ele resolveu ser o representante dos procuradores. Nem no Supremo passava aquele relatório dele O Legislativo, não é o Rodrigo, é qualquer que estivesse ali, tem que pensar que outras medidas precisa tomar de maneira a reduzir a disparidade de poder entre Executivo e Legislativo. Só no Brasil, um país democrático, se tem esses instrumentos. Esses vão ser rediscutidos.

Quais?
Medidas Provisórias, por exemplo. Isso gera consenso no Congresso. Viu o que aconteceu com o Orçamento impositivo? Não tinha direita e esquerda. Coisas desse tipo, que extrapolam o poder do Executivo sobre o Legislativo, tendem a ser corrigidas.

Se até hoje não mudou, por que teria essa uma tendência?
É o momento em que o perfil do Executivo não gera expectativas de diálogo por parte do Legislativo. E é verdade. Qual expectativa pode ter um deputado ou outro? Quem é que fala em nome do presidente? Hoje um major [Vitor Hugo (PSL-GO)] diz que o Rodrigo é o primeiro-ministro. Está louco. Esse é um líder do partido dele. Isso é uma confusão.

O sr. acha que, obrigatoriamente, tem que deter essas medidas porque não existe diálogo com o governo Bolsonaro?
Isso leva a deputados e senadores terem ideias e proporem dentro do Legislativo porque eles se sentem “desempoderados”. Propõem medidas que possam corrigir essa distorção.

O sr. fala do Onyx. Mas ele é o canal.
Ele cumpriu aquela função junto ao conjunto de procuradores e ganhou a confiança do Bolsonaro. O Bolsonaro foi eleito pela Lava Jato. Não tem nada a ver com rede social A Lava Jato que empurrou o Bolsonaro para a vitória. Agora ele tem que se lembrar que a Lava Jato não é um Poder Legislativo. Na hora que a Lava Jato está dentro do governo e que vai tomar medidas, tem que ter tramitação. Ele deve chiar “porra, não se pode governar”. Mas, tendo a experiência de governo, ele vai ter que se ajustar.

O Bolsonaro foi deputado.
Mas era um líder sindical. Foram sete mandatos. Ele representa os militares e os policiais. Era só isso que fazia. Quando eu era deputado, fui procurado por almirantes me pedindo que fosse elaborado um projeto de Lei criando uma gratificação de militares em geral. Eu disse que era inconstitucional. “Não vai passar. Mas vai ser discutido”. Apresentei. Aí, o Bolsonaro veio me procurar. “Está querendo entrar na minha área?” Ele não foi descortês. Mas estava muito nervoso. Assim que ele se comportava quando alguém entrava no campo dele. Ele representa isso. O que aconteceu com os caminhoneiros? Ele é um líder sindical dos caminhoneiros e foi lá. Ele andava atrás dos caminhões, cumprimentava a gente, levava cafezinho É assim que ele funciona.

​O que o senhor achou do controle do preço do Diesel?
Mostra amadorismo. Custava esperar o Paulo Guedes voltar? Isso gera uma expectativa de que pressão pode produzir resultado junto ao presidente. A própria reforma agora.

Dá para passar a reforma da Previdência como está?
Achava isso. Agora não sei. Essa confusão de quem faz coordenação, declaração dos líderes de governo Esse tipo de confusão que foi produzida tem que se exigir atenção.

O sr. diz que há uma tentativa de articulação do presidente com o Congresso, mas que há uma desarticulação…
A articulação é uma questão rápida. Quem é que conduz esse processo? Eles têm os dois presidentes da Casa, o ministro da Fazenda poderoso, o próprio Moro. Precisam escolher os quadros que vão fazer o trabalho de jantar, de almoçar

O sr. foi exilado, preso político no Chile. Como vê essa tentativa do presidente de revisão histórica, querendo comemorar o golpe de 64?
Ele não entendeu. Há uns quatro, cinco anos atrás, estava lendo a respeito da nova direita brasileira. Que Olavo [de Carvalho] é apenas um personagem. Nesses estudos havia um ponto em comum, que a direita ia continuar a crescer. Mas sempre dissociada do golpe de 64. A associação com o golpe de 64 tirava força dessa nova direita. Para que introduzir um tema que dificulta você ser um novo líder da direita? O Bolsonaro é um antigo líder da direita na hora em que toca esse tema. Ele vai ao Chile, ele e Onyx, e elogiam o Pinochet. Ninguém no Chile elogia o Pinochet. Ele vai a Israel e usa uma expressão considerada absurda pelos judeus [de que seria possível perdoar o Holocausto]. Pode ter falado uma besteira dessas? Então, ele vai sendo a velha direita. Assim como ele fala da nova política, da velha política, Bolsonaro é a velha direita.

Mas o sr. acha que ele, ao menos, pode encarnar a nova política?
Se estou dizendo que as declarações desmedidas que ele tomou são da velha direita, ele não pode ser a nova política. Nova política é não nomear indicados por deputados? Isso é um nada.

Há alguém que encarne essa nova direita aqui?
O Rodrigo poderia ser. Ele está sendo firme, está sendo coerente. Ele está trabalhando isso no ponto de vista de imagem. Os convites que tem recebido, como presidente da Câmara, para ir ao exterior, são muitos. E o Rodrigo não fala inglês. Ele balbucia inglês. Isso tira dele mobilidade. Sabe disso. Disse que vai fazer um intensivão.

O sr. acredita em seu potencial de articulação, diz que tem capacidade de ouvir. Acha que o credencia para a Presidência?
Ainda não. Até porque o estilo dele não é de produzir impactos populares. Ao contrário. Fez uma campanha eleitoral aqui, com todos os riscos, defendendo reformas liberais e teve uma votação proporcional ao que defendeu: 70 mil votos. Não precisou fazer uma campanha populista.

Muitas vezes as promessas de campanha de Bolsonaro eram incompatíveis com a tese de redução de gastos.
Não tinham nada que ver as ideias do Bolsonaro com a eleição dele. Era o Lava Jato. O que é o governo do Bolsonaro? São quatro vetores: econômico-financeiro, Paulo Guedes; segurança, Moro; um grupo administrativo, que é muito bom, de militares dentro do Planalto; e o quarto um pouco solto. Uma boa ministra da Agricultura; por enquanto, um bom ministro da Saúde. E, enfim, essas coisas que a gente está vendo por aí. O quarto grupo é disperso.

O que o sr. diria desses cem primeiros dias do governo?
Que a expectativa que se tinha foi frustrada. As ideias basilares que estavam nutrindo o Bolsonaro não foram aplicadas.

E o que acha das críticas do Olavo de Carvalho aos militares?
CEle não entendeu direito o sucesso dele. O sucesso subiu à cabeça. Ele passou a achar uma coisa que não é, que é um influenciador do governo. Não é. Ele é influenciador do ministro da Fazenda? Do Moro? Ele é influenciador de quê? Do ministro das Relações Exteriores? Para baixo, né?

Como assim para baixo?
Essa sempre foi uma área em que o Brasil teve um destaque muito grande. De repente entra esse personagem e a política externa vira alvo de desconfiança. Está todo mundo perplexo [elogia chanceleres dos governos petistas, e o assessor especial Marco Aurélio Garcia]. Agora, parece que o articulador é o deputado filho do Bolsonaro. Mas articulador de quê? De elogiar os Estados Unidos? O que o Eduardo Bolsonaro tem a dizer a respeito da América Latina, do México? Nada. Tem elogios ao Trump. Será que alguma coisa que Bolsonaro tem dito no exterior tem ajudado o governo? Agora ele vai conversar com Macri, que está com uma baixa popularidade.

Que está em queda.
Nosso líder liberal Macri, com inflação lá em cima. Agora, vai enfrentar uma greve geral. Os caminhoneiros param o país todo. E ele vai lá. Falta de informação também. É um homem inteligente. Não tenho dúvida. É o presidente da República. Mas é culto? Não. Tem cultura política? Não. Bolsonaro ficou esses anos todos aí como deputado. Que atividade internacional foi a dele?

Ele pode delegar.
Para delegar, tem que saber o que e para quem. Em um pais como Brasil, em uma América Latina confusa como essa, não saber a quem delegar e como…

Acredita que ele escalou mal os ministros?
Disse que são três vetores: economia, segurança e a parte administrativa entregue aos militares. Isso está muito bem. É o que segura. Aí são pontos.

O que o sr. acha dessa opção por se manifestar pelas redes sociais? O Carlos Bolsonaro teve um embate pesado com o Rodrigo. E daí?
Você acha que isso gerou algum tipo de formação de opinião? Claro que uma coisa inusitada como essa, a imprensa dá uma relevância muito grande. Qual é a importância disso para o governo?

Fica complicado para articulação quando o filho do presidente faz contrapontos nas redes sociais ao presidente da Câmara em um momento tão delicado.
Será que é ele mesmo? Será que jantam junto e o pai não dá um empurra, “já que eu não posso falar, fala você”? Qual é a permanência disso?

O sr. acha que os posts do Carlos refletem o pensamento do pai?
Não sei porque não conheço os posts do Carlos. Não dou relevância a isso. Não acho que é um personagem. Não estou dizendo que não seja, Mas não acho que seja um personagem político relevante. Acho que essa intensidade termina não ajudando o pai.

O sr. dá uma nota para esses primeiros cem dias do governo Bolsonaro?
Estou dizendo que existem três vetores positivos. Como são muito importantes, vamos dizer nota seis, nota seis e meio? Graças a esses três vetores.

Lances de Náutico x Sport

Lances de Náutico x Sport Foto: Léo Malafaia/Folha de Pernambuco

Não bastassem todos os jejuns e retrospectos negativos, a derrota por 1×0 para o Sport, nos Aflitos, no primeiro jogo da final do Campeonato Pernambucano, trouxe mais um dado histórico para tornar a façanha do Náutico ainda mais complicada. O clube nunca conseguiu ser campeão após perder o confronto de ida para o Leão. Tabu que deixa o futuro sem meio-termo. Ou o Timbu escreve um dos capítulos mais emocionantes de sua trajetória centenária ou acentua o trauma cada vez maior de encarar o Leão em decisões.

Náutico e Sport já se encontraram em 17 decisões do Pernambucano. Foram 11 títulos do Leão e seis do Timbu. Nas conquistas alvirrubras, apenas em uma o clube ficou no empate no confronto de ida (1954). Nas demais (1951, 1963, 1965, 1966 e 1968) sempre saiu vencedor. 

Em outras quatro finais passadas, o Náutico sofreu com derrotas no primeiro jogo. Em 1955, o Sport ganhou por 2×0. Nos dois duelos seguintes, não houve reviravolta: empate em 0x0 e novo tropeço, por 3×2. Caso parecido com o de 1961. Revés por 2×1 nos Aflitos no confronto de ida e resultados iguais aos de seis anos antes. Em 1988, o Timbu perdeu por 1×0 na ida e 4×1 na volta. Em 1994, derrota por 1×0. No embate posterior, os alvirrubros perderam por 2×0. Vale citar ainda que a equipe vermelha e branca não comemora uma conquista na Ilha do Retiro desde 1965. 

Os rubro-negros conseguiram três recuperações após perderem os confrontos iniciais. Em 1977, o Náutico venceu a primeira por 1×0. O Sport ganhou outras duas (2×0 e 1×0), além de uma partida que terminou 0x0. Em 1992, novamente o Timbu ganhou pelo placar mínimo, mas o Rubro-negro se recuperou na volta. A última vez foi em 2010. Os alvirrubros ganharam por 3×2 nos Aflitos e foram derrotados por 1×0 na Ilha – pelo critério de gols marcados fora, os leoninos levaram o caneco.

Considerando todas as finais de Estadual, a última vez que o Náutico se sagrou campeão após perder na primeira partida foi em 2004. O Timbu foi derrotado por 1×0 para o Santa Cruz, nos Aflitos. Na volta, no Arruda, ganhou por 3×0.

Foto: Reprodução/ TV Grande Rio

Moradores esperam há mais de um ano a reconstrução da Ponte Rio Pequi, localizada na PE-545, que liga os municípios pernambucanos de Bodocó e Ouricuri. A estrutura cedeu, depois que o Rio Pequi transbordou, com a enchente do dia 13 de abril de 2018.

A obra de reconstrução começou em outubro do ano passado e encontra-se parada, gerando prejuízos para quem necessita entrar ou sair da cidade. Um desvio foi construído para a passagem dos veículos. Um ano depois, as placas indicando que não é possível seguir em frente, continuam no mesmo local. O desvio é estreito e bem movimentado.

No trecho, já aconteceram acidentes de trânsito e quando chove forte, ninguém pode passar pela via. Inclusive, o desvio já foi interditado em dezembro do ano passado após dias de chuva. Os motoristas sofrem com a falta da Ponte Rio Pequi e precisam rodar mais de 100 quilômetros para conseguir chegar à cidade.

Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), as obras de recuperação da ponte sobre o Rio Pequi foram paralisadas para ajustes técnicos por solicitação de órgãos de controle. O projeto já foi readequado, mas será necessário fazer uma nova licitação. A previsão agora para a entrega da ponte e outubro desse ano.

A imagem pode conter: 9 pessoas, incluindo Jobson Gois, Messias Dnocs e Nita Barreto, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e área internaPor Júnior Cavalcanti

O prefeito Manuca de Zé do povo (PSD) participou da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento teve início dia (8) e seguiu até a quinta (11). O chefe do Executivo participou de encontros com diversas autoridades.

O evento também foi uma oportunidade para tratar de pautas municipalistas como mudanças no Pacto Federativo e reajustes em programas federais, principalmente em áreas prioritárias do governo municipal, como saúde, segurança e educação. O evento contou com a presença de mais de 9 mil participantes, entre prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais e técnicos das prefeituras. 

Prefeitos de todo o brasil fizeram reivindicações pontuais. Entre os compromissos, o Ministério da Economia anunciou que vai enviar, em até 20 dias, o projeto de lei que libera R$ 10 bilhões para estados e municípios.

Já o presidente da República, Jair Bolsonaro, garantiu apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 391/2017, que acrescenta mais 1% ao primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no mês de setembro de cada ano. Por sua vez, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reinstalou a comissão especial que vai analisar o texto. A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas

O prefeito Manuca junto com sua equipe, esteve em diversos gabinetes, visitando senadores e deputados, solicitando várias emendas para o município. “Não poderíamos deixar de vir a Brasília e não visitar nossos deputados e senadores, cobrar emendas que possam ajudar nossa população. Estamos a cada dia buscando soluções para os problemas que o município enfrenta, e não vamos parar por aí, as obras e serviços estão a todo vapor em Custódia, e quem agradece é o povo’’. Disse Manuca.

O deputado André de Paula recebeu a equipe e mais uma vez se mostrou engajado em ajudar Custódia e seus munícipes. “É com trabalho e dedicação que iremos reerguer o orgulho do custodiense’’. Disse André de Paula.

Além do prefeito Manuca, estiveram presentes a vice-Prefeita Luciara Frazão, o secretário Jobson Góis (Ação Social), o secretário Manoel Messias (Obras), a secretária Margarida Lacerda (Educação), as vereadoras Yolanda de Alzira, Nita Barreto e Dra. Anne Lúcia e o Vereador Nidinho de Biu.

Marília Mendonça está confirmada no evento

O Governo Municipal de Sertânia divulgou nesta sexta-feira (12) as atrações musicais da 47ª Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia.

O evento, que ocorre no Parque de Exposições Professor Renato Moraes, contará com artistas locais e nacionais.

Em 2019, a festa será realizada de 24 a 28 de julho, sendo os shows realizados nos dias 25, 26 e 27. A programação do evento contará com Marília Mendonça, Ávine Vinny, Nico Batista, entre outros. Os dias de cada atração serão divulgados posteriormente.

Sertânia é considerada a Capital Nordestina da Caprinocultura, com um rebanho de mais de 210 mil animais, segundo dados do IBGE. O evento trata-se da maior festa do município e uma das maiores do estado.

Oferecida ao público de forma gratuita atrai todos os anos uma multidão e aquece de forma significativa a economia local com movimentação em hotéis e no comércio regional.

As atrações confirmadas são Lino e Junior, Nico Batista, Ranniery Gomes, Edson Lima e Batista Lima, Devinho Novaes, Ávine Vinny ee Marília Mendonça.

Pacote ainda não tem detalhes e é dado como resposta às críticas sobre situação principalmente no Sertão

Após a realização de um levantamento da situação das rodovias pernambucanas que estão sob gestão do Estado, o Governo de Pernambuco finalizou a elaboração do Plano de Conservação da Malha Viária Estadual, segundo nota.

O primeiro lote para a licitação das obras foi lançado no último sábado (6/4) e prioriza as estradas localizadas no Sertão, diz a gestão.

Os detalhes do estudo, que levantou os 5,5 mil quilômetros de estradas pavimentadas no Estado serão divulgados em breve pelo governador Paulo Câmara.

Segundo a nota ao blog, todo, serão recuperados cerca de 3 mil quilômetros de rodovias até 2020, a um investimento previsto de R$ 75 milhões.

“Somente no Sertão, os trabalhos de requalificação atingirão cerca de 1,5 mil quilômetros neste período”, diz o texto.

A licitação para as intervenções nas demais regiões será publicada neste sábado (13/4).

A administração estadual, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, concluiu, nesta semana, a readequação do projeto da Ponte sobre o Rio Pequi, em Bodocó.

A iniciativa já conta com recursos garantidos pelo Governo de Pernambuco.

A previsão é que na próxima semana seja publicada a licitação para a execução das obras, que devem ser finalizadas até outubro desse ano.

“Enquanto isso, técnicos e maquinário estarão a postos para garantir a manutenção do desvio utilizado pela população”, diz o governo.

O anúncio é tido como uma resposta aos questionamentos sobre a qualidade da malha rodoviária na região.

Hoje, só a PE 292 é toda como via de boa qualidade. Quase todas as PEs que cortam a região, como as 320, 365, 337, 275, 304 e 265 precisam de reparos. Através do blog e da Rádio Pajeú, ouvintes tem cobrado ações do Governo do Estado.

Vice-presidente Hamilton Mourão

    Vice-presidente Hamilton Mourão Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, confirmou que partiu do presidente Jair Bolsonaro a decisão de que a Petrobras recuasse do reajuste do preço do óleo diesel, na quinta-feira (11). Segundo ele, a interferência nos preços da estatal é “pontual” e o governo não deve repetir política adotada pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

“Toda decisão tem fatores positivos e negativos. Eu não tenho domínio dos fatos todos que levaram o presidente a tomar essa decisão. Eu não sei quais são as pressões que ele estava sofrendo ou a visão que ele tinha do que poderia acontecer nesse exato momento com esse aumento um pouco maior do diesel e que obviamente o levou a tomar essa decisão”, disse Mourão em entrevista à rádio CBN na manhã desta sexta-feira (12).

As ações da Petrobras abriram em queda de mais de 5% nesta sexta, depois de a estatal petrolífera suspender o reajuste no preço do diesel horas depois de anunciá-lo, na quinta.
Durante a entrevista, Mourão disse que Bolsonaro deve ter optado pelo consenso e que certamente o presidente buscará nova linha de ação.

“Tenho absoluta certeza de que ele não vai praticar a mesma política da ex-presidente Dilma Rousseff no tocante à intervenção do preço do combustível e da energia”, afirmou. O mercado financeiro entendeu o recuo como uma interferência do governo Bolsonaro na estatal, algo que foi duramente criticado durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).

Na quinta, a Petrobras havia anunciado o reajuste do preço do diesel em 5,7%, que seria aplicado a partir desta sexta. Horas depois, porém, a companhia afirmou que “em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25 de março, revisitou sua posição de hedge [proteção] e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel”.

Mourão disse ainda acreditar que esse é um fato isolado. “Justamente pelo momento que estamos vivendo. Eu tenho visto alguns dados que tem me chegado da pressão do lado dos caminheiros. Acredito que o presidente está buscando a melhor solução para equacionar o problema”, afirmou.

O vice-presidente disse ainda que “em tese” há uma contradição de um governo que se autodenomina como liberal na economia fazer uma interferência na política de preços de uma estatal. “Em tese é. Agora como eu respondi os fatos que chegaram ao conhecimento do presidente não são do meu domínio portanto eu acredito no bom senso dele e que tomou essa decisão buscando o bem maior.”

Mourão não soube confirmar se a decisão de segurar o preço do diesel teve relação direta com a possibilidade de uma nova greve de caminhoneiros, como aconteceu no primeiro semestre de 2018, mas trata o tema como uma possibilidade. “Já faz algum tempo que esses dados (de possível greve de caminheiros) vem chegando. Mas são dados não há uma confirmação. Então temos que tratar com cuidado e eu acho que foi essa a visão do presidente e de quem o assessorou nessa decisão.”

Petrobras

                    Petrobras Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

As ações da Petrobras abriram em queda de mais de 5% nesta sexta-feira (12), reflexo da decisão da companhia de suspender o reajuste no preço do diesel horas depois de anunciá-lo, na quinta (11).

O mercado financeiro entendeu o recuo como uma interferência do governo de Jair Bolsonaro (PSL) na estatal, algo que foi duramente criticado durante a gestão de Dilma Rousseff (PT). Em nota, a corretora Guide escreveu que “o governo está fazendo exatamente aquilo que ele mais crítica. Além de ir completamente ao contrário do que pensa o ministro da economia Paulo Guedes”.

A corretora considerou a decisão errada e baseada apenas no medo de uma nova paralisação dos caminhoneiros em um momento em que o governo está fragilizado.
“Bolsonaro pode até acertar no curto prazo, ao evitar uma nova greve dos caminhoneiros, dado a sua popularidade baixa e um complexo cenário na negociação da Previdência. Porém, precisa sinalizar, rapidamente, que não irá sentar em cima dos preços da Petrobras”, dizem os analistas da Guide.

Com o forte peso da Petrobras no Ibovespa, o índice recua e perde o patamar de 94 mil pontos. A política de reajuste no preço dos combustíveis da Petrobras foi adotada durante a gestão de Pedro Parente, que assumiu a companhia no governo Temer. Levava em consideração as cotações internacionais do petróleo e o dólar.

O sistema entrou em xeque, porém, quando os preços do combustível dispararam e caminhoneiros organizaram paralisação que se estendeu por mais de uma semana, em maio do ano passado. Em junho, Parente deixou a companhia e foi sucedido por Ivan Monteiro. Atualmente a estatal é comandada por Roberto Castello Branco, escolhido por Bolsonaro.

Esplanada dos Ministérios

                          Esplanada dos Ministérios Foto: Marcello Casal Jr.

Passado um mês do decreto presidencial que extinguiu 21 mil cargos comissionados, funções e gratificações da esfera federal, o governo Jair Bolsonaro anunciou o fim de 13.231 vagas. Desta vez, são cargos efetivos da administração pública federal que já estão vagos ou que devem vagar nos próximos meses.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União, mais de 93% desses cargos já estão vagos. Apenas 916 aguardam a desocupação pelos órgãos aos quais estão submetidos.

Assessores do governo explicaram que as funções aplicadas a estas vagas estão obsoletas para a atual dinâmica. Entre cargos incluídos no decreto figuram os de jardineirotécnico em radiologiaguarda de endemiasmestre de lancha e operador de máquinas agrícolas.

As vagas elencadas no texto oficial deixam de existir a partir de 12 de junho de 2019, reduzindo organogramas dos Ministérios da Economia e da Saúde, da Advocacia Geral da União, da Fundação Nacional de Saúde e do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec).

O enxugamento da máquina pública e a ampliação da eficiência dos serviços prestados à população têm sido reforçados pela equipe de Bolsonaro desde o início do governo. No caso de cargos comissionados, funções e gratificações extintos com o decreto de 13 de março deste ano, a expectativa do governo era de economia de mais de R$ 190 milhões anuais.

Este ano, Copa do Brasil terá exclusividade da Globo

Este ano, Copa do Brasil terá exclusividade da Globo Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O sorteio dos confrontos da quarta fase da Copa do Brasil foi realizado no fim da manhã desta sexta-feira (12), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Único pernambucano vivo no torneio nacional, o Santa Cruz pega o Fluminense. Os mandos de campo ainda serão definidos nas próximas horas.

O Santa eliminou o Sinop/MT na estreia (2×1), depois despachou o rival Náutico (1×1 no tempo normal e 4×2 nos pênaltis) e recentemente levou a melhor sobre o ABC/RN (derrota no jogo de ida por 1×0 e vitória na partida de volta pelo placar de 3×0).

O Fluminense eliminou o River/PI na primeira fase (5×0, fora de casa). Na segunda fase, os tricolores cariocas tiraram o Ypiranga (3×0, em casa). Já na terceira fase, o Flu empatou em 0x0 com o Luverdense/MT, em Lucas do Rio Verde, e venceu por 2×0 dentro de casa.

Confrontos

Juventude/RS x Vencedor de Bragantino/SP x Vila Nova/GO

Fluminense/RJ x Santa Cruz

Corinthians/SP x Chapecoense/SC

Santos/SP x Vasco da Gama/RJ

Londrina/PR x Bahia/BA

O ex-deputado Federal Zeca Cavalcanti disse ao blogueiro Júnior Finfa que é “candidatíssimo” à Prefeitura de Arcoverde. A declaração desfaz rumores na cidade de que ele indicaria outro nome para a disputa na importante cidade sertaneja, gerida por sua adversária, Madalena Brito.

Zeca obteve 57.755 votos mas não conseguiu a reeleição para a Câmara Federal. Em dezembro, ainda na ressaca da pós campanha,  disse que a possibilidade – de ser candidato ou não – seria determinada por vários fatores.

“A gente tem que analisar a vontade do povo. Fui prefeito por duas vezes e entreguei o meu mandato à sucessora com aprovação da ordem de 88% vai depender de várias contingencias, conversa. A gente sabe que quando entra na politica é difícil sair. Nunca deixarei de se um agente politico na minha cidade. Vamos ter conversas com diversos grupos que fazem oposição ao governo municipal”.

Zeca é crítico da ex-aliada Madalena Brito, do PSB, que está em seu segundo mandato e bateu na última eleição sua esposa, Neryane Cavalcanti.  “É cidade forte, pujante, que representa toda a região mas não vai bem nas diversas áreas, administrativa e politica. Estou a disposição do povo de Arcoverde para discutir o futuro da cidade no momento certo, na hora certa. Voltarei a morar como sempre morei na cidade”.

Na cidade, Madalena deve apoiar o nome do vice-prefeito Wellington Araújo. Outro nome que ganhou força no debate local foi Cybele Roa, ligada a Sebastião Oliveira, que teve mais de 7 mil votos em Arcoverde. Uma disputa interessante de assistir.

JC Online

Para a nova loja que será inaugurada até o fim de 2019, no município de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, o Assaí Atacadista está com 200 vagas abertas, incluindo oportunidades para pessoas com deficiência, nos setores de frente de caixa, mercearia, hortifruti, perecíveis, depósito e manutenção. As inscrições seguem até esta sexta-feira (12) na Agência do Trabalho (SINE) do município, localizada na Rua Enock Inácio de Oliveira, número 1312, no bairro Nossa Senhora da Penha.

Os interessados em participar do processo seletivo devem ir à agência munidos de carteira profissional, RG e CPF. Embora não revele o valor da remuneração, a rede garante oferecer salário compatível com o mercado, além de um pacote de benefícios que inclui vale transporte, vale alimentação, refeição no local de trabalho, assistência médica e odontológica e seguro de vida.

Fruto de um investimento de R$ 40 milhões, a unidade do Assaí em Serra Talhada está sendo construída às margens da BR-232, próximo ao Centro e ao lado do Shopping Serra Talhada. Quando pronta, a loja reunirá mais de sete mil itens, entre alimentos, bebidas, embalagens e produtos de bazar, higiene pessoal e limpeza de marcas nacionais e importadas.

A promessa da rede é levar ao Sertão preços competitivos para compras no varejo e no atacado, com etiquetas de preços diferenciados para compras em grosso já a partir de pequenas quantidades. O Assaí estima que a soma da construção e operação da loja gerará aproximadamente 460 vagas de empregos diretos e indiretos.

“Serra Talhada é um polo em saúde, comércio e educação e possui uma posição geográfica privilegiada, atendendo a outros três importantes Estados da região – Pernambuco, Bahia e Ceará – o que a torna um importante polo econômico e de abastecimento na região. O município tem todas as características que avaliamos serem importantes para a instalação de uma loja do Assaí”, conta Belmiro Gomes, Presidente do Assaí Atacadista.

A rede atende a comerciantes e clientes finais, os preços, segundo o Assaí com base em dados da consultoria Nielsen, são de 15 a 20% mais baratos do que supermercados tradicionais.

Além do Assaí, no mesmo segmento, o interior do Estado também está recebendo um investimento de R$ 500 milhões pelos próximos quatro anos da rede mineira Novo Atacado. Com previsão de abertura de lojas em Arcoverde, Carpina e Vitória de Santo Antão, o Novo, a partir de junho, estará com processo seletivo aberto nos municípios para contratar 1,5 mil funcionários.

G1

Uma perícia feita nos sistemas internos da Odebrecht de registro de pagamento de propina mostraram execuções de pagamentos no valor de R$ 1,4 milhão a codinomes atribuídos ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao pai dele, o ex-prefeito do Rio e vereador César Maia (DEM). Segundo delatores, Rodrigo Maia era “Botafogo” e “Inca” nas planilhas e o pai, César Maia, era o “Despota”.

As informações constam de pedido de prorrogação do inquérito feito nesta quarta-feira (10) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e que estão sob análise do relator do caso, ministro Luiz Edson Fachin. Não há prazo para ele decidir sobre a prorrogação. Embora o processo seja público, o advogado Ary Bergher, que defende Rodrigo e Cesar Maia, disse que não se manifestaria porque, segundo ele, o caso está em segredo de justiça.

Conforme Dodge, a perícia mostrou ordens de pagamentos no total de R$ 2,050 milhões a pai e filho, mas pagamentos efetivados em valor menor, de R$ 1,4 milhão. Segundo ela, foram identificadas três planilhas, de três delatores da Odebrecht, com relação aos dois. A perícia analisou 11 discos rígidos com informações do sistema e dois pen drives do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, chamado de departamento de propina.

Segundo Dodge, que justifica a necessidade de mais tempo para analisar as informações, a Polícia Federal também pediu às companhias telefônicas os dados de cadastro dos terminais telefônicos utilizados por César Maia, Rodrigo Maia e João Marcos Albuquerque, ex-coordenador de campanha de César Maia que teria recebido valores.

“Tendo em vista que os colaboradores indicaram os números dos telefones utilizados nas tratativas mantidas com os investigados (fls. 38/43), mostra-se relevante a obtenção dos históricos de cadastro dos terminais telefônicos utilizados por César Maia, por Rodrigo Maia e por João Marcos Cavalcanti de Albuquerque, providência já requerida pela autoridade policial, por meio dos ofícios de fls. 490/495, endereçados às empresas de telefonia”, afirma a procuradora.

Durante a última sessão da Câmara de Vereadores,  aconteceu a votação pela alteração do direito a 60 dias de férias anuais do Poder Legislativo.  Francisco Pinheiro foi um dos vereadores que votaram a favor da permanência por acreditar que independente das férias, os vereadores estão sempre em contato com a população.

“Mesmo durante as férias, nós somos abordados diariamente nas ruas pela população, nos procuram em nossas residências e estamos sempre em standby para uma sessão extra ordinária, quando precisa ser votado um projeto emergencial, por isso mantenho meu posicionamento em votar a favor da permanência das duas férias anuais”, explica.

Já para Antônio de Antenor, votar pela permanência é votar contra o povo de Serra Talhada. “É injusto o trabalhador ter só um mês de férias durante o ano, que trabalha 45 horas semanais e nós, eleitos pra trabalhar para o povo, termos sessenta. Pra mim, quem votar contra a alteração, está votando contra a população de Serra Talhada”, afirma.

Apesar de 11 votos a favor da mudança, contra 5 votos a favor da permanência, o projeto, que nasceu de iniciativa do então vereador Marcos Oliveira,  foi rejeitado por não obter os dois terços de votos (12) necessários para sua aprovação, permanecendo as duas férias anuais para o poder legislativo.