16 de setembro de 2026 07:52

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O ministro Alexandre de Moraes, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)  O Supremo Tribunal Federal (STF) promoverá, nesta terça-feira (15), às 10h, o julgamento sobre conversas trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero. A sessão da Pet 16.662 contará com transmissão ao vivo na TV Justiça e pela internet.  Segundo o rito divulgado pela presidência do STF nesta segunda-feira (14), a abertura contará com a leitura e aprovação da ata da sessão anterior, como de praxe, seguida da saudação aos ministros. Na sequência, será realizado o pregão do processo.  Neste pregão, o presidente do STF, Edson Fachin, relator do processo, fará a leitura do relatório e a delimitação do objeto do julgamento. Depois, a Procuradoria-Geral da República (PGR) poderá se manifestar, além de eventuais sustentações orais.   O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão. O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.   A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.  Encerradas as alegações, Fachin será o primeiro a apresentar seu voto, seguido dos demais ministros por ordem regimental. O resultado será proclamado ao fim da sessão.  Veja também: Moraes pede mais uma nova quebra de sigilo do caso Master antes de sessão prevista para terça-feira (15) STF: Fachin assume relatoria de caso que apura relação entre Moraes e Vorcaro STF: Mendonça defende decisão de julgar Moraes no plenário e devolve processo a Fachin Ministros próximos a Moraes pressionam por adiamento de sessão extraordinária do STF Esquema de segurança   Para o julgamento, a Corte adotou uma série de medidas de segurança. O acesso de jornalistas foi barrado. As vagas no plenário estão destinadas a pessoas previamente inscritas pelo cerimonial do próprio STF.  Todos os presentes deverão passar pelos procedimentos, com revistas com detectores de metais e equipamento de raio-X. O uso de celulares será proibido e os aparelhos deverão ser armazenados em pacotes lacrados ainda na entrada. Parte da Esplanada dos Ministérios vai estar fechada por conta do julgamento.  * Com STF e Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil) O Supremo Tribunal Federal (STF) promoverá, nesta terça-feira (15), às 10h, o julgamento sobre conversas trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero. A sessão da Pet 16.662 contará com transmissão ao vivo na TV Justiça e pela internet. Segundo o rito divulgado pela presidência do STF nesta segunda-feira (14), a abertura contará com a leitura e aprovação da ata da sessão anterior, como de praxe, seguida da saudação aos ministros. Na sequência, será realizado o pregão do processo. Neste pregão, o presidente do STF, Edson Fachin, relator do processo, fará a leitura do relatório e a delimitação do objeto do julgamento. Depois, a Procuradoria-Geral da República (PGR) poderá se manifestar, além de eventuais sustentações orais. O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão. O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco. Encerradas as alegações, Fachin será o primeiro a apresentar seu voto, seguido dos demais ministros por ordem regimental. O resultado será proclamado ao fim da sessão. Veja também: Moraes pede mais uma nova quebra de sigilo do caso Master antes de sessão prevista para terça-feira (15) STF: Fachin assume relatoria de caso que apura relação entre Moraes e Vorcaro STF: Mendonça defende decisão de julgar Moraes no plenário e devolve processo a Fachin Ministros próximos a Moraes pressionam por adiamento de sessão extraordinária do STF Esquema de segurança Para o julgamento, a Corte adotou uma série de medidas de segurança. O acesso de jornalistas foi barrado. As vagas no plenário estão destinadas a pessoas previamente inscritas pelo cerimonial do próprio STF. Todos os presentes deverão passar pelos procedimentos, com revistas com detectores de metais e equipamento de raio-X. O uso de celulares será proibido e os aparelhos deverão ser armazenados em pacotes lacrados ainda na entrada. Parte da Esplanada dos Ministérios vai estar fechada por conta do julgamento. * Com STF e Agência Brasil

Presidente do PSB de João Campos, Sileno Guedes fez a mesma opção que Raquel Lyra e recebeu salário como auditor do TCE enquanto parlamentar

Por Ricardo Antunes

Em meio à polêmica envolvendo o salário da governadora Raquel Lyra (PSD), a legislação feita no início da gestão beneficiou um importante nome do PSB de João Campos. O presidente estadual da sigla, Sileno Guedes, optou pela remuneração de servidor do Tribunal de Contas do Estado (TCE) após a legislação entrar em vigor.

Desde a semana passada, João Campos questiona a governadora por inconstitucionalidade, por optar pelo salário de procuradora do Estado (cerca de R$ 50 mil brutos) em vez do de governadora (R$ 22 mil). Sileno, no entanto, fez a mesma opção: optou pelo salário bruto como analista de controle externo do TCE (cerca de R$ 39 mil brutos), em detrimento do de parlamentar (R$ 34 mil brutos).

Em abril de 2025, Sileno se aposentou do TCE, após 34 anos de serviços prestados. Ele ingressou na Corte de Contas por concurso em 1991, junto com outros nomes ligados ao PSB, como o ex-prefeito Geraldo Julio e a ex-primeira-dama do Estado, Renata Campos, mãe de João Campos. Outros socialistas históricos também se aposentaram do TCE, como o ex-deputado Danilo Cabral, em dezembro de 2025, e Milton Coelho, em novembro do ano passado.

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