
A questão do abastecimento de água, pela Compesa, nas cidades, é uma das principais demandas dos prefeitos e cidadãos, seja no interior do Estado ou mesmo na Região Metropolitana do Recife. A governadora Raquel Lyra (PSDB) prioriza a produção de água porque ela é uma das três principais demandas da população e 2026 é logo ali.
O governo estadual já havia recebido aval do Senado, para a operação financeira, com a aprovação de um projeto que teve relatoria do senador pernambucano Fernando Dueire (MDB).
Nesta segunda-feira (29), o governo de Pernambuco fará a assinatura do contrato de empréstimo junto ao New Development Bank (NDB), para financiamento do Programa Expansão do Saneamento de Pernambuco, no valor de R$ 1,1 bilhão de reais. Os recursos serão usados pela Compesa, para obras nos municípios.
A solenidade ocorrerá, às 18h30, no Palácio do Campo das Princesas.
“No final do ano passado, já havíamos investido R$ 100 milhões, neste ano foram mais R$ 200 milhões em contrapartidas, totalizando R$ 300 milhões vinculados diretamente a investimentos para ampliação da oferta de água, com execução direta da Compesa. Havia outras obras paradas, na secretaria de Recursos Hídricos, também para a ampliação da oferta de água bruta, com barragens de contenção”, explica o secretário de Planejamento, Fabrício Marques.
“No total, neste um ano e meio, já temos, no mínimo, em jogo, mais de R$ 2 bilhões já captados ou alcançados”, resume. A outra fonte de recursos, além dos empréstimos, é o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo Federal.
No quadro atual, o Estado de Pernambuco ostenta o vergonhoso segundo lugar em insegurança hídrica no Brasil. De acordo com os informes do IBGE, são cerca de 6 milhões de habitantes sofrendo com racionamento severo de água.









