Casos de vandalismo e furtos têm sido registrados poucos dias após a implantação do sistema – AUGUSTO CÉSAR / VOZ DO LEITOR
Além dos riscos de quedas, fraturas e atropelamentos – já alertados por médicos e especialistas em segurança viária -, os patinetes elétricos começaram a virar ‘dor de cabeça’ por outros problemas. O mau uso e, consequentemente, o vandalismo dos equipamentos têm sido comuns em algumas cidades onde os patinetes foram relançados recentemente, como no Recife e em Belo Horizonte (MG).
Casos de vandalismo e furtos têm sido registrados poucos dias após a implantação do sistema. Há relatos de patinetes com baterias roubadas, equipamentos abandonados em locais indevidos, como canais, e até anúncios de venda nas redes sociais. Como consequência desses problemas, algumas restrições de uso teriam começado a ser praticadas pelas empresas que operam os patinetes, segundo diversas denúncias feitas nas redes sociais.
Os usuários passaram a denunciar que as restrições têm acontecido, principalmente, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife. Segundo os relatos, diversas áreas estão aparecendo como “zona proibida” nos aplicativos, impedindo o início, a circulação e até a finalização das corridas. Entre os pontos bloqueados estão trechos das Ruas São Luís e Encanta Moça, do entorno da Via Mangue, na Avenida Herculano Bandeira e em áreas próximas à comunidade do Bode.

Em 2019, quando os equipamentos ficaram na capital por menos de seis meses e sumiram na mesma rapidez com que chegaram à cidade, aconteceu o mesmo. O mesmo cenário tem sido visto em Belo Horizonte, onde os patinetes elétricos também foram lançados recentemente.









