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Náutico não chega em uma final fora do Estado há 30 anos

Técnico do Náutico, Márcio Goiano

Técnico do Náutico, Márcio Goiano Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

Nos últimos anos, o Náutico se acostumou com a missão de encarar longos jejuns. Alguns com sucesso, como o título do Campeonato Pernambucano 2018, após 13 anos sem troféus. Outros com desfecho frustrante, como a perda da mesma taça estadual na edição posterior, para o Sport, amargando mais de meio século sem ganhar do rival em uma decisão. O novo desafio é pela Copa do Nordeste. Amanhã, o Timbu visita o Botafogo/PB, no Almeidão, pela semifinal da competição. Caso elimine os paraibanos, os alvirrubros repetirão um feito que não acontece há 30 anos.

Chegar à final de um torneio que não seja o Pernambucano é um feito raro para o Náutico. A última vez que o clube conseguiu isso foi na Série B de 1988, chamada na época de “Divisão Especial”. O Alvirrubro fez boa campanha na primeira fase e se classificou ao quadrangular decisivo. Após jogos de ida e volta contra Inter de Limeira, Ponte Preta e Americano/RJ, os pernambucanos terminaram na segunda posição, conseguindo o acesso à elite nacional no ano seguinte.

No fim, os dois primeiros colocados fizeram uma partida única para saber qual seria o campeão da Segundona em 1988. O jogo só foi disputado no ano seguinte, em Limeira. O Inter venceu por 2×1 e levou o troféu. No Nordestão, o mais longe que o Náutico chegou foi justamente na atual fase. Tanto em 2001 como em 2002, a equipe caiu nas semifinais, para Sport e Bahia, respectivamente.

A maior decisão que o Náutico já participou foi em 1967, pela Taça Brasil. Os alvirrubros encararam o Palmeiras em uma melhor de três partidas. Os paulistas venceram duas (3×1 e 2×0) e os pernambucanos uma (2×1), restando ao Timbu o vice-campeonato brasileiro.

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